Artigos Postado no dia: 20 janeiro, 2026

Marketing de Conteúdo Jurídico: por que postar com FREQUÊNCIA, RELEVÂNCIA e HUMANIZAÇÃO é importante

Marketing de conteúdo jurídico não envolve apenas postar por postar, nem é obrigatório estar presente em todas as redes sociais se não houver um objetivo claro.

Conteúdo, especialmente na advocacia, precisa de estratégia, coerência e intenção.

Quando bem estruturado, o marketing de conteúdo jurídico ajuda a construir autoridade, gerar confiança e aproximar o advogado do público certo. Tudo isso sem infringir normas éticas ou cair na mercantilização da profissão.

Três conceitos costumam aparecer com frequência quando falamos de uma boa estratégia: frequência, relevância e humanização. Embora pareçam simples, eles são constantemente mal compreendidos ou aplicados de forma superficial.

Entender o que cada um realmente significa é o primeiro passo para usar o marketing de conteúdo jurídico de forma profissional. Acompanhe a leitura e saiba mais sobre como cada um desses atributos se aplica em projetos de marketing de conteúdo jurídico.

 

Marketing de conteúdo jurídico: qual é a estratégia por trás dele?

Marketing de conteúdo jurídico é uma estratégia baseada em informação e relacionamento:

  • Em vez de anunciar serviços de forma direta, o advogado compartilha conhecimento jurídico de interesse público, esclarece dúvidas comuns e ajuda o leitor a compreender melhor seus direitos, deveres e cenários legais;
  • Essa atitude firma o advogado na mente do cliente como uma autoridade no tema, ao mesmo passo em que estimula a formação de um relacionamento profissional (que, inclusive, pode ser mapeado e gerido com ferramentas de CRM);
  • Como consequência, no futuro, o cliente tomará a decisão de compra com o profissional que ele entendeu que domina o tema, tem a melhor solução, e é de sua confiança.

A estratégia por trás disso é clara:

  • quem informa, ganha autoridade;
  • quem ganha autoridade, conquista confiança;
  • quem conquista confiança, é lembrado quando surge a necessidade de um serviço jurídico.

Não se trata de prometer resultados, mas de demonstrar preparo técnico, posicionamento, credibilidade e fit com as necessidades e perfil do cliente.

Por isso, o conteúdo produzido para sites, blogs e outros canais de comunicação para advogados precisa estar conectado a um planejamento.

É importante saber bem quem é o público-alvo, quais temas fazem sentido para ele, em quais canais esse conteúdo será distribuído e qual papel cada formato cumpre.

Sem esse alinhamento, postar vira apenas um esforço isolado, com pouco retorno.

 

Frequência, relevância e humanização: o que significa cada um desses atributos no marketing de conteúdo jurídico

Três importantes pilares de uma estratégia de marketing de conteúdo jurídico são:

Frequência

No marketing de conteúdo jurídico, frequência não significa volume excessivo de postagens, mas sim, consistência.

É melhor postar uma vez por semana de forma contínua do que publicar muito por um mês e depois desaparecer. A aleatoriedade pode até ser usada de forma estratégica e bem sucedida por algumas marcas, mas é preciso haver algum tipo de previsibilidade para transmitir confiança.

Se um cliente entra em seu site e vê que o último post é de muitos meses atrás, isso pode gerar uma impressão de que o escritório não é tão ativo assim, ou pior, que o site está abandonado.

A frequência cria uma previsibilidade confiável, mantém o público em contato com sua marca e sinaliza profissionalismo.

Inclusive, a frequência também é bem “lida” por algoritmos e mecanismos de busca, que entendem seu site como relevante por causa disso.

E por falar em relevante…

Relevância

A relevância está ligada à escolha dos temas e ao tom da comunicação. Alguns assuntos podem ser interessantes para você, mas não muito relevantes para seu público. Ou talvez a irrelevância possa ser corrigida com um ajuste de ângulo: escolher qual aspecto de um assunto será objeto do seu post.

Geralmente, o conteúdo mais relevante é aquele que aborda um tema sob aspecto prático. Artigos que se debruçam muito em análises de tendências jurisprudenciais, mudanças de posicionamento, explorações de institutos jurídicos sob o aspecto doutrinário etc costumam ser mais interessantes para estudantes e operadores do Direito do que para quem precisa contratar um advogado.

Um conteúdo relevante não é somente aquele que o profissional acha interessante, mas aquele que dialoga com as dúvidas reais do público leigo.

Isso exige sair um pouco do juridiquês, adaptar a linguagem e contextualizar o Direito na vida prática das pessoas.

Relevância é adequação: de assunto, de linguagem e de profundidade.

Humanização

A humanização, por sua vez, tem a ver com o quanto de você mesmo você coloca no conteúdo para atingir o seu público.

Esse é um dos pontos mais negligenciados na advocacia, onde a formalidade e impessoalidade predominam. De fato, o marketing de conteúdo jurídico precisa ser sóbrio e discreto: esses são imperativos da OAB. Mas isso não significa que precisa ser desprovido de emoções, empatia e assuntos que se conectam diretamente com o ser humano integral e não apenas funcional.

Humanizar não significa perder seriedade, mas sim mostrar quem está por trás do conteúdo. Isso pode acontecer quando o advogado aparece em vídeos, assina textos com opinião própria, compartilha reflexões, experiências profissionais ou dá um tom mais pessoal à escrita.

Ver o advogado falando, explicando, refletindo e se posicionando cria vínculo e diferenciação em um mercado cada vez mais saturado de conteúdos impessoais.

 

Por que esses três pilares fazem tanta diferença nos resultados do marketing de conteúdo jurídico?

Quando frequência, relevância e humanização caminham juntas, o marketing de conteúdo jurídico deixa de ser apenas institucional e passa a ser estratégico.

A frequência sustenta a presença digital, a relevância garante que o conteúdo faça sentido para quem consome, e a humanização transforma atenção em confiança.

Esse conjunto melhora métricas importantes, como tempo de permanência nos conteúdos, engajamento, compartilhamentos e até conversões indiretas. Além disso, fortalece o posicionamento do advogado como referência em sua área, não apenas como alguém que “posta nas redes”.

E é possível fazer tudo isso sempre respeitando os limites éticos da advocacia.

 

Quer mais dicas para se planejar para um 2026 com bons resultados de marketing de conteúdo jurídico?

Então confira nosso artigo: 4 dicas para começar um planejamento de marketing jurídico para 2026 desde já 

 

 

 

 

 

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Alexandre de Souza Teixeira

Head – Sócio Fundador da IN COMPANY e especialista em marketing médico e saúde em geral.

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