Artigos Postado no dia: 13 janeiro, 2026

Marketing Jurídico em 2026: o que os escritórios que crescem já fazem (e a maioria ainda ignora)

Marketing jurídico em 2026 já não é mais uma aposta experimental nem um “extra” simpático para quem tem tempo sobrando. Ele se tornou um fator decisivo de crescimento, posicionamento e sobrevivência. Enquanto alguns escritórios seguem tratando o marketing como algo improvisado (um post aqui, um story ali, quase sempre sem estratégia), que deve ser feito da forma mais rápida e barata possível, outros já operam com método, tecnologia, métricas e visão de longo prazo.

A diferença entre quem cresce e quem estagna não está apenas no conhecimento jurídico, mas na forma como esse conhecimento é comunicado, distribuído e convertido em oportunidades reais de negócio. E essa distância tende a aumentar nos próximos anos!

Confira essa leitura e saiba mais!

 

5 estratégias de marketing jurídico que escritórios que crescem já fazem (e a maioria ainda ignora)

Escritórios de advocacia de alta performance e que fazem marketing jurídico de forma profissional resistem a algumas tentações, como:

  • a tentação do que é mais barato, feito in house;
  • a tentação do que gera retorno mais visível e mais rápido, como likes e seguidores;
  • a tentação do conteúdo gerado com menor esforço.

 

Claro que algumas dessas coisas podem sim ser integradas a um projeto de marketing jurídico, mas é preciso dosar e escolher bem no que vale a pena investir mais.

Confira 5 coisas que escritórios que crescem com marketing jurídico fazem e que talvez o seu ainda não faça:

 

Ter seu próprio site institucional com estrutura para colher leads

Escritórios que crescem entenderam algo básico, mas ainda negligenciado: rede social não é patrimônio digital. O site institucional continua sendo o centro da estratégia de marketing jurídico profissional.

Não se trata apenas de “ter um site bonito”, mas de ter uma estrutura pensada para conversão:

  • um site que carrega rápido;
  • páginas claras;
  • design funcional e intuitivo mas também agradável esteticamente;
  • conteúdos estratégicos;
  • bom SEO;
  • formulários bem posicionados.

Além disso, escritórios de alta performance sabem usar o site como fonte de novos contatos, promovendo a integração com CRM.

O site é onde o tráfego vira dado, relacionamento e oportunidade (algo que as redes sociais dificilmente entregam por completo).

 

Não postar conteúdos completos nas redes sociais: em vez disso, direcionar para o site

Outro erro comum no marketing jurídico amador é “entregar tudo” nas redes sociais, na busca por likes e visualizações rápidas.

Escritórios mais estratégicos usam redes como meio de distribuição, não como destino final.

É preciso resistir à tentação de criar posts de redes sociais que satisfazem tudo que o cliente quer saber. Likes, comentários e seguidores são retorno rápido, mas que nem sempre gera oportunidade de negócio.

Posts, reels e carrosséis funcionam como chamadas, recortes, provocações. O conteúdo aprofundado (aquele que gera autoridade, ranqueia no Google e na IA, e educa o potencial cliente) precisa estar no site ou no blog jurídico.

 

Adaptar e revisar copy e demais conteúdos gerados por IA

Em 2026, usar IA no marketing jurídico não será diferencial. Saber quando e como usar bem será.

Alguns analistas de tendências têm apostado que em breve, artes e conteúdos gerados por IA vão “nivelar por baixo” o branding, pois vão se tornar sinônimo de conteúdo barato, massificação. Por outro lado, o conteúdo e arte feitos por seres humanos serão vistos como o novo luxo, justamente porque demandam tempo, recursos, curadoria. Um exemplo é o caso da marca de moda Hermès, que contratou a artista francesa Linda Merad especialmente para criar imagens para seu website. Sobre isso, a revista Fast Company escreveu: “O website ilustrado à mão da Hermès é o último luxo. A grife de moda de luxo fez uma jogada ousada em uma era dominada por imagens geradas por inteligência artificial: contratou um artista de verdade.”

Escritórios de advocacia de alta performance não querem que seus textos e conteúdos sejam vistos como genéricos, pobres de conteúdo. Além disso, conhecem os riscos de confiar 100% naquilo que a IA gera – o que, inclusive, não é permitido pela OAB, que tem orientado pela necessidade de supervisão humana.

Por isso, é fundamental significa revisar, adaptar linguagem, alinhar o conteúdo com o Código de Ética da OAB, ajustar tom, eliminar promessas implícitas… tudo isso para garantir que o conteúdo seja informativo, e não mercantilizado.

Escritórios que crescem não publicam textos “crus” gerados por ferramentas automáticas. Eles usam a IA como apoio, jamais como substituição do raciocínio humano.

 

Usar plataformas de CRM

Como dissemos acima, escritórios que crescem aprendem a integrar seu site com plataformas de CRM para atrair contatos – isto é, colher e qualificar leads dentro de uma jornada de compra.

O CRM também é excelente para organizar contatos, registrar histórico de interações e acompanhar a jornada do lead, para gerar dados sobre performance, faturamento, entender onde estão perdendo oportunidades, quais clientes rendem mais etc.

Sem isso, o marketing vira esforço disperso, difícil de medir e quase impossível de escalar.

 

Fazer avaliações periódicas da performance das estratégias de marketing utilizadas

Enquanto muitos escritórios “fazem marketing” sem nunca olhar dados, os que crescem avaliam performance de forma recorrente.

Não se trata apenas de curtidas ou seguidores, mas de métricas relevantes, como:

  • tempo de permanência no site;
  • taxa de conversão;
  • custo por lead;
  • ROI (retorno sobre investimento);
  • entre outros KPIs.

Marketing jurídico em 2026 será cada vez mais técnico, analítico e estratégico. Quem não mede, não aprende. Quem não aprende, fica para trás.

 

Identifiquei que meu escritório ainda não está bem preparado para o marketing jurídico. Por onde começar?

Se ao ler este artigo você percebeu que seu escritório ainda atua de forma improvisada, a boa notícia é: você já entendeu que precisa melhorar, e é possível começar agora. Antes começar agora do que continuar fazendo marketing jurídico amador.

O primeiro passo não é postar mais, investir mais ou contratar ferramentas caras: é mudar a mentalidade!

Marketing jurídico não é vaidade digital: é estratégia de posicionamento, negócios e gestão de relacionamento com clientes.

Comece organizando o básico:

  • revise sua identidade institucional;
  • estruture um site funcional;
  • defina áreas de atuação prioritária;
  • pense no conteúdo como ativo de longo prazo.
  • busque profissionalizar processos, automatizando o que for possível.

Em 2026, o marketing jurídico amador será cada vez menos competitivo. Escritórios que entenderem isso agora não apenas ganham visibilidade, como também, constroem relevância, previsibilidade e crescimento sustentável.

Se quiser, posso transformar este artigo em material de apresentação comercial, post de autoridade no LinkedIn ou até em um diagnóstico de maturidade em marketing jurídico para escritórios.

 

Quer mais dicas para se planejar para um 2026 de bons resultados de marketing jurídico?

Então confira nosso artigo: 4 dicas para começar um planejamento de marketing jurídico para 2026 desde já 

 

 

 

 

 

ENTRE PARA A NOSSA COMUNIDADE E ACESSE TODOS OS NOSSOS CANAIS DE MARKETING JURÍDICO NO WHATSAPP, TELEGRAM e YOUTUBE

Deseja fazer parte do nosso CANAL VIP no WHATSAPP, TELEGRAM e YOUTUBE para receber conteúdos informativos e estratégicos para o seu marketing jurídico? Enviaremos dicas, artigos, cursos e convites para eventos desta área:

 

 

Alexandre de Souza Teixeira

Head – Sócio Fundador da IN COMPANY e especialista em marketing médico e saúde em geral.

41.3362-1330 / 41. 99689-2980


Artigos Relacionados